
Ecoa por todos os quadrantes do Estado de Goiás a voz do retorno de Marconi Perillo ao Governo de Goiás, retorno que deverá ser referendado no próximo mês de outubro.
Não se trata aqui de uma previsão massageada pelo ego de quem vos subscreve, mas, sim, de uma análise simplista de quem costuma antever os fatos, atento aos sentimentos coletivos e aos números que insistem em crescer em favor do ex-governador — não por causa de sua camisa azul, arregaçada aos olhos da esperança para um novo e auspicioso período de realizações, mas pelo respeito ao erário público e, sobretudo, pelo zelo e valorização das autoridades eletivas de agora e de antes, espalhadas pelos 246 municípios goianos.
O moço da camisa azul, agora mais forte, mais eficiente, mais pragmático, mais seguro e infinitamente mais democrático, caminha a passos largos rumo ao Palácio das Esmeraldas, para retirar o atual inquilino, dono de características autoritárias, que não mede palavras para se referir à “sua” polícia, aos “seus” professores ou até mesmo ao “seu” Estado de Goiás, com ares de domínio e possessão.
Calado, com seu jeito truculento e arrogante, funciona como um catalisador da reação em cadeia que trará de volta Marconi Perillo. Na contramão de Ronaldo Caiado, Marconi remete ao passado em que caravanas das cidades, com cerca de cem pessoas — entre prefeitos, vereadores, representantes de classe, servidores e associações — eram recebidas no Palácio para um almoço de confraternização. O próprio Marconi, como anfitrião, os acolhia sem muitas delongas.
Já o travoso governador só recebe alguma liderança se esta estiver acompanhada de um deputado federal, tamanha é a grandeza que sente possuir, como se fosse um pavão inchado, prestes a se apresentar.
Muitos são os reclames dos municípios que se encolheram diante de tamanha arrogância. Certamente, essa robustez artificial e esse inchaço descomunal do governador Caiado pouco servirão para elevar a imagem do inexpressivo Daniel Vilela, que, a exemplo de seu pai, Maguito, parecia uma chama apagada, da qual restava apenas uma tênue fumaça a flutuar sob o comando do Estado.
Marconi chega como uma avalanche, não por si só, mas abraçado aos seus gestos saudosos, à esperança estampada no sorriso e à vontade de muitos que hoje se sentem esquecidos e que experimentaram a truculência e o mandonismo boçal daquele que um dia se intitulou parceiro da democracia.
O novo Marconi está mais forte, mais corajoso, mais impetuoso, mais destemido, muito bem preparado e tomado pela saudade de devolver ao povo goiano a dignidade e o caminho de um Estado próspero e promissor, onde os municípios tenham mais voz e mais vez.
A hora do troco está chegando.
A hora é agora.
Marconi é o nome!









